O canal Pomar e Horta em Vasos publicou um novo vídeo bem bacana ensinando as técnicas de germinação e produção das mudas de Uvaia.
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segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Já conhece a Uvaia ? Técnicas de germinação e produção de mudas!
Categoria:
Árvores do Brasil,
Eugenia pyriformis Cabess,
Frutíferas,
Mudas,
Uvaia
sábado, 24 de setembro de 2016
Como fazer mudas de Amora
A amoreira preta é muito fácil de fazer a multiplicação de mudas (propagação da amoreira). Através do método de estaquia, (clones da planta mãe).
– Prepare os balainhos (sacos plásticos com terra fértil ou substrato).
– Escolha uma amoreira saudável, com frutos abundantes e adocicados.
– Corte ramos com aproximadamente 30 cm de comprimento e mais ou
menos um centímetro de diâmetro, (ou seja: pouco mais espesso que o
dedo mindinho).
-Espetar as estacas da amoreira nos sacos plasticos (enterrando-os
aproximadamente até a metade , observar que: a parte da haste que
deverá ser enterrada (para enraizamento), deverá ser a parte de baixo
do galho em que foi cortada) o restante ficará exposto para brotação.
-Colocar os balainhos em local com meia sombra (pode ser em baixo de árvores).
– Manter as regas diárias, o local com bastante umidade porém, sem enchacamento.
– Esperar as estacas brotarem (mais ou menos de 2 a 3 meses).
– Só após as mudas estarem bem ramificadas deverão ser transplantadas em locais definitivos.
Propriedades medicinais e terapêuticas da amora.
Rica em vitamina A e C.
Adstringente natural
: Ao permitir a contracção dos tecidos, ajuda no combate a inflamações
da boca, da garganta, dos intestinos, assim como dos órgãos genitais.
Antidiarreico poderoso: Utiliza-se assim as folhas, os rebentos e as raízes das amoreiras como tratamento da diarréia e da disenteria.
Propriedade de anti-envelhecimento:
a amora possui um grande teor em antioxidantes. Estes não se limitam a
proteger o coração. Têm uma ação benéfica sobre todo o nosso organismo,
reduzindo assim os efeitos do tempo sobre o nosso corpo, preservando
todos os nossos órgãos contra a passagem do tempo. Os antioxidantes são
altamente benéficos para o nosso metabolismo.
Propriedades estimulantes:
protege sistema nervoso, e isto porque melhora o funcionamento do nosso
cérebro. Esta característica já foi evidenciada em vários estudos
científicos. Comer amoras ajuda na conservação do equilíbrio, da memória
e da coordenação motora.
Prevenção de infecções urinárias.
Neste caso, são utilizadas as flores da planta, as quais são
extremamente diuréticas e facilitam a eliminação da urina permitindo
assim o tratamento das vias urinárias.
Dores de garganta:
O sumo da amora também é particularmente aconselhado a quem sofre de
dores de garganta, de rouquidão, de uma inflamação das cordas vocais,
das gengivas, de aftas ou de uma amigdalite, como já vimos. Neste caso,
para que o efeito seja perfeito, o melhor é mesmo tomar o sumo de amora
quente com um pouco de mel.
Obs:-Os benefícios todos associados à amora devem-se evidentemente à
sua composição altamente nutritiva. A amora contém assim uma grande
percentagem de fibras, de vitamina C, de vitamina K e de ácido fólico.
Pouca calórica, é um ingrediente a incluir na nossa dieta para que
possamos usufruir de todos os benefícios e viver melhor a nossa vida.
Categoria:
Amora,
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Plantas Medicinais,
plantio de mudas
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Os benefícios da pitanga
Tudo Sobre a Pitanga

A pitanga é um fruto agridoce nativo da
terra brasileira muito encontrada na região da amazonas. A árvore se
chama pitangueira pode chegar até cerca de 12m de altura, seu nome
cientifico é Eugenia uniflora e é conhecida também pelo nome popular
cerejeira brasileira. O significado do nome pitanga vem do tupi e
significa “vermelha”.
Sua cor comum é vermelha, mas também
pode ser vista na cor amarela e preta, dependendo do grau de maturação
pode ser também encontrada nas cores alaranjadas ou verde.
Mesmo sendo pouco comercializada por ter
pouca durabilidade, a pitanga possui muitos benefícios a saúde e é
muito utilizada em fins medicinais.
A pitangueira é uma planta muito rica.
Suas folhas são usadas no tratamento de pressão alta, bronquite, febre
alta, problemas do estomago, reumatismo e obesidade.
As propriedades Medicinais
Possui propriedades febrífuga e adstringente, vermífuga e antirreumática.
As folhas da pitangueira possuem ação
laxativa, calmante. O flavonoide presente ajuda na ação
anti-inflamatória fortalecendo a imunidade.
Tem também ação antifúngica, antiviral,
analgésica, antitumoral, antimicrobiana, hipotensora e diurética.
Acompanha também propriedades antioxidantes por ter presentes nutrientes
como fenóis, carotenoides e vitamina C.
Os Benefícios
Os benefícios envolvem
o tratamento de prevenir doenças do coração e câncer, auxilia no
emagrecimento por possuir poucas calorias, combate doenças inflamatórias
a exemplo da artrite.
A pitanga pode trazer benefícios para
diabéticos, pois causa a inibição das enzimas colaboram com a diabetes.
Por conter ácido ascórbico ajuda prevenir o envelhecimento precoce.
Com uma grande quantidade de fósforo
ferro, cálcio e vitaminas ajudam a prevenir doenças como osteoporose. A
pitanga também é muito eficiente no controle de rugas e proliferação de
acne.
Serve também para bronquites e asma,
verminose, dor de garganta, combate a febre, pressão alta, ansiedade,
diarreia e reumatismo. É cicatrizante e tira manchas da pele.
Formas de utilizar
As partes medicinais utilizadas são os
frutos e as folhas, pode se fazer chás, sucos, comer o fruto in natura,
Têm cachaças, licor, batidas, geleias, sobremesas caseiras e em geral. É
utilizado também em cosméticos em cremes, hidratantes. Bom existe uma
variedade de possibilidades.
Contra indicação
O Uso em excesso, quem tem alergia as
substancias. Por ser diurético pode eliminar sais minerais importantes
para o organismo, isso prejudica frequência cardíaca.
Fonte: Plantas e Frutas
Categoria:
Frutas,
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Frutíferas,
Pitanga
Livro em PDF - Frutíferas e Plantas Úteis na Vida Amazônica
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Limão-cravo (Citrus × limonia)
O Citrus x limonia Osbeck não é bem um limão, como o siciliano (ou verdadeiro), mas uma lima ácida (uma espécie de cítrico que reúne no máximo dez variedades no planeta), assim como os limões verdes galego e taiti, hibrido do limão verdadeiro com a tangerina. Também conhecido como limão-cavalo, por ser resistente a uma série de doenças e a épocas de seca, é utilizado como porte (cavalo) para o enxerto de outros cítricos.
Vem lá da Índia – limão rangpur, Sylhet, surkh nimboo, sharbati ou marmalade – encontrado em meados do século XIX aos pés do Himalaia, chegando ao Brasil pelas mãos dos portugueses, mas é quase-quase nativo do Brasil, afinal, se adaptou com extrema facilidade ao nosso clima tropical. Rico em betacarotenos, é super suculento, tem uma durabilidade muito maior que os outros limões mas, infelizmente, não é encontrado facilmente nas grandes cidades, apenas no meio rural onde tampouco tem grande valor comercial, já que além de ser abocanhado pelo gado, se espalha com facilidade pelos quintais domésticos.
Vem lá da Índia – limão rangpur, Sylhet, surkh nimboo, sharbati ou marmalade – encontrado em meados do século XIX aos pés do Himalaia, chegando ao Brasil pelas mãos dos portugueses, mas é quase-quase nativo do Brasil, afinal, se adaptou com extrema facilidade ao nosso clima tropical. Rico em betacarotenos, é super suculento, tem uma durabilidade muito maior que os outros limões mas, infelizmente, não é encontrado facilmente nas grandes cidades, apenas no meio rural onde tampouco tem grande valor comercial, já que além de ser abocanhado pelo gado, se espalha com facilidade pelos quintais domésticos.
- Nome científico: Citrus limonia Osbeck
- Família: Rutáceas
- Nome comum: limão-cravo, limão-rosa, limão-cavalo, limão-egua, limão-francês, limão-capeta, limão-china, limão-vinagre e limão tambaqui.
- Origem: Ásia
- Partes utilizadas: Polpa, casca, folhas.
Descrição e característica da planta: O limoeiro-cravo, um arbusto espinhento, é subespontâneo nas montanhas, pastos ou beiras de rios, no Centro-Oeste (Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), no Sudeste (Minas Gerais, São Paulo) e no Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul). Chega a 5–6 m de altura. As folhas são de um verde intenso e aromáticas. As flores são pequenas, cheirosas e melíferas.
O limão-cravo é um fruto redondo, ligeiramente achatado, mas irregular, quase disforme. A casca, de cor verde-amarelada ou amarela, toma uma forte cor alaranjada na maturação, mas tem manchas e uma aparência grosseira, e é suscetível ao ataque de fungos e doenças. A polpa é de aparência geralmente sã, alaranjada, com um suco abundante, muito ácido, saboroso e rico em vitamina C.
Propriedades medicinais do limão-cravo: Combate dores reumáticas, diarreia, astenia, dispepsia, escorbuto, hipertensão arterial, aterosclerose, afecções das vias biliares. Para uso externo é antisséptico.
Princípios Ativos: Pectina, limonina, felandrina e hidrocarbonetos terpênicos, dentre outros.
Contraindicações/cuidados: aplicado externamente, não
se deve expor a pele ao sol, pois queima e
provoca manchas escuras; a aromaterapia com óleo de limão é
contraindicada para diabéticos; desaconselhada para quem tem pressão
baixa.
Em doses elevadas é convulsivo, provoca tremores, delírio e vertigens.
Na aromaterapia, o óleo essencial de limão usado em altas doses, por
longos períodos de tempo, pode causar hipertensão arterial.
Categoria:
Frutas,
Frutíferas,
Limão-cravo,
limoeiro
sábado, 24 de setembro de 2011
Uvaia (Eugenia pyriformis Cambess)
Nome científico: Eugenia pyriformis Cabess
Família: Myrtaceae
Família: Myrtaceae
Ocorrência: A área de ocorrência da Uvaia se estende de São Paulo ao Rio Grande do Sul. A espécie pode ser encontrada na floresta semidecídua do planalto e da bacia do rio Paraná.
Aspectos ecológicos: A uvaia pode atingir de 6 a 13 metros de altura, com tronco geralmente retilíneo e descamante, de 30 a 50 centímetros de diâmetro. As folhas são simples, glabras, de cor róseo-avermelhada, quando jovens, e com a face inferior densamente serícea, apresentando de 4 a 7 centímetros de comprimento. A espécie floresce durante os meses de agosto e setembro e, no extremo sul, em novembro e dezembro. Os frutos começam a maturar em setembro, prolongando-se até o final de janeiro.
Utilidade: A madeira da uvaia é utilizada para o fabrico de moirões, estacas, postes, lenha e carvão. A árvore é muito utilizada em projetos ornamentais, devido à delicadeza de sua copa e à beleza de suas folhas. Além disso, a espécie possui frutos saborosos, que podem ser consumidos in natura ou na forma de sucos, e que servem de alimento para a fauna local, o que faz da uvaia uma das espécies mais indicadas para cultivos domésticos. Esta característica permite que a árvore seja empregada, ainda, em reflorestamentos heterogêneos, destinados à recuperação de áreas degradadas de preservação permanente.
Curiosidades: Para obter sementes de uvaia, deve-se colher os frutos diretamente da árvore, quando iniciarem a queda espontânea, ou recolhê-los no chão após a queda. O passo seguinte é despolpar os frutos manualmente, em água corrente, dentro de uma peneira, e deixar as sementes secarem a sombra. Um quilograma contém, aproximadamente, 1.170 unidades. Sua viabilidade é curta, não ultrapassando 60 dias.
Já para a produção de mudas, é necessário deixar as sementes germinarem em recipientes individuais, assim que colhidas e sem nenhum tratamento. O recipiente precisa conter substrato organo-argiloso e ser mantido em ambiente semi-sombreado. A semente deve ser coberta com uma camada de 0,5 centímetros do substrato peneirado e irrigada duas vezes ao dia. A emergência ocorre entre 10 e 40 dias, e a germinação é superior a 40%.
O desenvolvimento das mudas de Uvaia é lento. Elas ficam prontas para o plantio em local definitivo dentro de 10 e 11 meses, apenas. O desenvolvimento das plantas também é lento no campo: não ultrapassa 2 metros em 2 anos.
Aspectos ecológicos: A uvaia pode atingir de 6 a 13 metros de altura, com tronco geralmente retilíneo e descamante, de 30 a 50 centímetros de diâmetro. As folhas são simples, glabras, de cor róseo-avermelhada, quando jovens, e com a face inferior densamente serícea, apresentando de 4 a 7 centímetros de comprimento. A espécie floresce durante os meses de agosto e setembro e, no extremo sul, em novembro e dezembro. Os frutos começam a maturar em setembro, prolongando-se até o final de janeiro.
Utilidade: A madeira da uvaia é utilizada para o fabrico de moirões, estacas, postes, lenha e carvão. A árvore é muito utilizada em projetos ornamentais, devido à delicadeza de sua copa e à beleza de suas folhas. Além disso, a espécie possui frutos saborosos, que podem ser consumidos in natura ou na forma de sucos, e que servem de alimento para a fauna local, o que faz da uvaia uma das espécies mais indicadas para cultivos domésticos. Esta característica permite que a árvore seja empregada, ainda, em reflorestamentos heterogêneos, destinados à recuperação de áreas degradadas de preservação permanente.
Curiosidades: Para obter sementes de uvaia, deve-se colher os frutos diretamente da árvore, quando iniciarem a queda espontânea, ou recolhê-los no chão após a queda. O passo seguinte é despolpar os frutos manualmente, em água corrente, dentro de uma peneira, e deixar as sementes secarem a sombra. Um quilograma contém, aproximadamente, 1.170 unidades. Sua viabilidade é curta, não ultrapassando 60 dias.
Já para a produção de mudas, é necessário deixar as sementes germinarem em recipientes individuais, assim que colhidas e sem nenhum tratamento. O recipiente precisa conter substrato organo-argiloso e ser mantido em ambiente semi-sombreado. A semente deve ser coberta com uma camada de 0,5 centímetros do substrato peneirado e irrigada duas vezes ao dia. A emergência ocorre entre 10 e 40 dias, e a germinação é superior a 40%.
O desenvolvimento das mudas de Uvaia é lento. Elas ficam prontas para o plantio em local definitivo dentro de 10 e 11 meses, apenas. O desenvolvimento das plantas também é lento no campo: não ultrapassa 2 metros em 2 anos.
Categoria:
Árvores do Brasil,
Eugenia pyriformis Cabess,
Frutíferas,
Uvaia
domingo, 18 de setembro de 2011
Nêspera (Eriobotrya japonica)
É uma tentação observar a árvore alta e copada quando repleta de frutos. A nêspera é uma fruta pequena, de cor amarela e casca aveludada. Rica em vitamina C e sais minerais, como cálcio e fósforo. A nêspera é consumida in natura e combina bem com outras frutas frescas ou em saladas de frutas. Por serem mais firmes, as nêsperas quase maduras são melhores para tortas. As frutas também são muito usadas para geleias e são deliciosas em compotas.
- Nome científico: Eriobotrya japonica Lindl.
- Família: Rosáceas
- Nome comum: nêspera, nespereira, ameixa-do-pará
- Origem: Japão
- Partes utilizadas: Polpa.
Descrição e característica da planta: Fruta tipo pomo como a maçã, pêra e marmelo, pertencente à família Rosaceae, sendo amplamente distribuída nas regiões subtropical do globo. A sua exploração racional, com real importância econômica, limita-se a alguns países, como Japão, Espanha, Israel e Brasil. Sua origem é asiática, com referência a Japão, China e Índia. Sem desbaste, é uma fruta pequena, de cor amarela e casca aveludada, de modo errôneo chamada popularmente de ameixa-amarela ou ameixa-japonesa. É uma fruta rica em vitamina C e sais minerais, como o cálcio e o fósforo. A nêspera é consumida ao natural ou em salada de frutas e também se presta à produção de excelente compota, atividade essa ainda bem pouco explorada.
Utilidade: os frutos são consumidos principalmente ao natural, na forma de frutas frescas, e também no preparo de excelentes geléias, compotas e licores.
Propriedades medicinais da nêspera
A nêspera, também chamada ameixa-amarela ou ameixa-americana, é produzida por uma árvore da família das Rosáceas, oriunda do Japão e da China Oriental e aclimada no Brasil.
Ajuda a tratar de: Eliminação de toxinas, escorbuto, estados febris, problemas digestivos
(azia, acidez, gastrites, úlceras etc.), regularização do ácido úrico, retenção de líquidos.
Utilidades Medicinais:
Adstringente - Preparar o decocto da casca da nêspera e aplicar externamente em cataplasmas.
Amigdalite - Proceder como indicado em anginas.
Anginas - Gargarejar com o chá da casca da nêspera. Usar 40 gramas da casca fresca ou 20 gramas da casca seca para um litro de água.
Diarréia - Recomenda-se fazer uma refeição de nêspera cozida com torrada. Pode-se também tomar o caldo do cozimento de nêspera de hora em hora na quantidade de 1/4 de xícara.
Diurese - Fazer refeições exclusivas de nêspera.
Estomatite - Proceder como indicado em anginas.
Fontes:
http://www.frutas.radar-rs.com.br/frutas/nespera/nespera.htm
http://www.algarve-portal.com/pt/OBJ/nesperal
Categoria:
ameixa amarela,
ameixa do para,
Eriobotrya japonica,
Frutas que Curam,
Frutíferas,
Nêspera
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